Silhueta amor

Sempre que te vejo,
Ó meu fogo baço,
Que arde neste peito
Batendo a compasso,

Peço-te um beijo
De olhos enlaçados
Nos teus, e que ao longe,
Te olham calados

Fogo sorrateiro
Na maré da sorte
Tímido ponteiro
Ou estrela do Norte,

Silhueta rasa
De sonhos rainha,
À luz que incendeia
Esta paixão minha,

Silhueta longe,
Onde ninguém sabe
Que te olho calada,
E que sem mais nada
Me deixas saudade.

Silhueta sonho,
Nunca acontecida
Sem nunca chegares,
Não temo a partida.

Ó meu fogo baço,
Quero antes sonhar-te,
Estrela do Norte,
Ter-te perto em versos,
Sem temer a sorte

De não me quereres,
Silhueta vida.
Canto-te assim, sem saberes,
Beijos dados a rigor,
Corpos mudos e saudade,
E esta alma metade
Tua, silhueta amor.

 

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