Mulher-máscara

Ela era escultura feita do mesmo pó de que são feitas as estrelas – como tanta outra gente, e ainda assim especial, fazia jus às partículas desse pó celestial – feita de sonhos e substância. Amava sem medo e sem fim.
Era espectro e era arte, era espelho e reflexo… era um todo complexo de mistura agridoce.
Fascinante criatura de ambíguo sabor, esta musa inspiradora de mais um texto de amor, fazia brotar palavras em noites de ritual sem fim, no desejo de ambas as almas em vermelho de cetim…
Mulher-solidão, ave de cristal, boneca de corda com âmago sem igual… frágil barco de papel, leve dente-de-leão… Mulher-máscara tão bela, com tamanha escuridão.
Suave suspiro com asas, cansaço quente na pele… frágil brisa, mulher-magia, com olhar de doce mel…
Mulher de lindos fantasmas, era assim especial, dona de inúmeros poemas, e de um amor sem igual.

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