Clímax

Sem fim, palavras chovem,
Em vão, esperanças escorrem,
Resvalam, por trilhos de sonhos cansados
Telhados de vidro, no chão, estilhaçados.

Chovem letras de ouro, em terra batida,
Em calçada suja, de pedra polida,
Por passos, em dias perpétuos, pisada,
Ilusão fugaz, ferida rasgada.

São beijos voláteis, de lábios vermelhos,
Tesouros sem mapa, navios de espelhos.
Vertigem, orgasmo, mordaz pulsação,
Indescritível clímax, doce criação!

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