Fogo fátuo (Carlos Vieira)

És fogo fátuo, olhar de mel… O arrepio encantado, compasso descompassado… E o congelar do tempo, em vão, numa correria louca o pulsar do coração… E vibram os sonhos calados cá dentro… de lábios, de abraços, de alma e de pele…

És chama ardente, fogosa mulher, musa escondida num verso qualquer… e a vertigem, o choque, o suspiro… a garra, as palavras, o gesto sentido… O beijo, a caixa de memórias, o sonho…

Os silêncios e o tempo que voa e não passa, a ânsia, a sede e labareda a arder… Labirinto de vontade impossível de esquecer…

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