(Des)umano…

Na dormência de um olhar adormecido,
Leve sonho inconsistente, difuso, desfalecido.
Num suspiro envolvente, duma alma que não sente
Num pensamento exausto, num sentimento esquecido
Esventrado, amordaçado, inibido…

Neste nada mecânico, de viver repetitivo,
Desumanamente humano
Um sentir despedaçado,
Corpo dessensibilizado
De tacto anestesiado,
Nesta vida sem sentido. 

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